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Das alegrias de fazer enxoval

Pois bem, estamos em Miami. Ontem foi nosso primeiro dia de compras pra Helena, e aff, chegou uma hora em que eu sentia meu cérebro derreter de tanta informação / coisa linda. E olha que estamos com lista, cupons de desconto, tudo organizado (na medida do possível). Mas algumas coisas eu preciso dividir com vocês, daquelas que fizeram meu coração ficar mais feliz ainda:

– ver o maridão apaixonado por micro vestidos (e fazendo a festa nesse setor mais do que eu, confesso)

– encontrar itens como a bomba para tirar leite do modelo que eu queria em uma loja aleatória, e com coisa de 25% de desconto das outras o/ (epic win até agora)

– miniaturas de johnson’s baby

– laços fofíssimos a um dólar no Walmart

– ir testar a bomba de leite ao chegar das compras e descobrir que com 18 semanas já saem algumas gotinhas de leite (coisa de gente louca ir brincar com isso, mas mideixa. Me assustei um tico mas fiquei feliz, hahaha!)

Hoje é dia de descansar um pouco – a maratona ontem foi intensa, e vamos intercalar as compras com dias mais relax. Mas amanhã tem mais, haha! Coitado do cartão de crédito o.O

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Ah, a falta que a noção faz.

Pois é, pacotinho é uma mocinha – nossa Helena. Sabemos disso há cinco dias, e gente, socorro. Sério. Não sei se fui eu que fiquei crica demais com a gravidez, ou se as pessoas realmente não tem noção. Querem ver só?

– Não, meu marido não vai virar ~fornecedor~. Se eu contar pra vocês quantas vezes ouvi esse comentário nos últimos dias, vocês choravam comigo. Minha filha – nem o filho de ninguém – é uma mercadoria a ser ~consumida. É, sim, uma pessoa, com desejos, vontades e personalidade própria. E quando eu fecho a cara, ainda escuto “mas é só uma brincadeira”. Não, não é. É um comentário machista e ofensivo, e eu vou continuar não gostando, me ofendendo e espalhando aos quatro ventos o quanto isso é feio e mal educado.

– Não, gente, meu mundo não vai virar cor de rosa. Sabe por quê? Porque existem outras mil tonalidades no universo (e convenhamos, tem umas roupinhas de menina rosinha inha inha que SOCORRO). Helena vai usar rosa, sim, como vai usar vermelho, preto, amarelo, azul, verde, bege, branco, e todas as outras cores. [pelo menos enquanto eu escolho, né, porque eu sei que a fase cor de rosa vai chegar um dia]

– Não, não é “sua” Helena. É minha. No máximo nossa. Mas se for só de uma ou duas pessoas, é minha e do marido, combinado? (Conversando com uma amiga grávida de um menino, ela falou que com ela rola a mesma coisa: souberam o sexo, parentada começou com “meu fulano” pra cá, “meu fulano” pra lá. GENTE, me pone loca de ciúmes).

Vai, dividam comigo e com o meu mau humor típico de segunda-feira: quais as últimas que vocês tiveram que ouvir por aí?